Parque Estadual do Cunhambebe realiza curso de manejo e resgate de fauna silvestre

O Parque Estadual do Cunhambebe realizou hoje um curso de manejo e resgate de animais silvestres.

curso manejo animais selvestres 16 julho 2016 pec 2

O curso foi ministrado pela veterinária Roseane Fernandes, e contou com a participação de diversos funcionários da unidade, Defesa Civil e apoiadores do Parque.

curso manejo animais selvestres 16 julho 2016 pec

A iniciativa do gestor do PEC, Eduardo Antunes, e de sua equpe é de suma importância pois as principais ameaças à fauna silvestre são caça e acidentes gerados pela presença humana perto destes refúgios, as principais ocorrências são atropelamentos e choque em rede elétrica.

Sandro Muniz

Jaguatirica encontrada no Parque Estadual do Desengano

jaguatirica desengano julho 2016 3

Uma Jaguatirica foi fotografa no Parque Estadual do Desengano (http://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Estadual_do_Desengano). Seu registro foi feito por uma armadilha fotográfica. Este felino é o terceiro maior das Américas, os maiores são a Onca Pintada e a Puma.

A Jaguatirica (Leopardus pardalis mitis) é uma exímia escaladora, tem uma gestação de 70 dias, com 2 filhote. É uma espécie considera vulnerável em relação ao seu estado de conservação. Podemos ver a importância das unidades de conservação para a proteção das espécies nativas, esta é apenas uma foto da realidade nacional, mas com apoio da sociedade e do entorno cada vez mais veremos lindas fotos em nossas áreas verdes.

Sandro Muniz

 

Mutirão de limpeza na lagoa Azul – Ilha Grande – Angra dos Reis

ILHA GRANDE CADA VEZ MAIS BELA

semana do ambiente ilha grande foto sandro muniz

Hoje aconteceu o mutirão de limpeza na lagoa azul e nas praias do entorno!

Foi mais de 45 sacos de lixo de 100 litros! O evento teve a participação da Agência Mariana, Elite Dive Center e taxi boat Sabiá Laranjeira.

A comunidade apoiou e a ação foi um sucesso!

A quantidade de lixo e os tipos foram surpreendente, de lâmpada à bonecas de brinquedo. Os mares infelizmente acabam sendo o lixão do mundo, ou melhor a privada do mundo… como exemplo, foi observado uma grande quantidade de hastes de cotonetes que que provavelmente vem das privadas das casas.

Não vamos nem lembrar das grandes ilhas de lixo boiando pelo Pacífico..

Esta e outras ações faz parte da Semana do Ambiente Inteiro da Ilha Grande, que tem o Parque Estadual da Ilha Grande como apoiador e divulgador.

[EFLYER] PEIG_2016_SEMANA_DO_MEIO_AMBIENTE-01 (1)

Sandro Muniz

Poluição das águas que ninguém percebe – China

poluicao-ar-agua-china

Reproduzo aqui texto sobre a preocupante ação humana sem controle, se não vemos não nos preocupamos…. infelizmente. Boa parte da poluição das águas subterrâneas da China tem origem  nos fertilizantes nitrogenados, a tal “revolução verde”, que de verde não tem nada.

Sandro Muniz

Em meio à poluição atmosférica que assola a China, o país enfrenta outra crise ambiental silenciosa e, muitas vezes, invisível: a contaminação das águas subterrâneas.

Produtos químicos, tais como o manganês, flúor e triazóis (usados em herbicidas) foram detectados na maioria dos 2.103 poços subterrâneos testados em um novo estudo divulgado pelo governo daquele país, relata o The New York Times.

Os resultados são alarmantes: a qualidade da água foi classificada como de Grau 4 em 32,9% dos pontos avaliados, o que significa que é somente segura para ser utilizada em processos industriais; em outros 47,3% deles, a classificação foi de Grau 5, o que significa que ela é ainda menos segura para uso.

As origens dessa poluição são velhas conhecidas, com raízes em práticas que afetam tanto o campo como as cidades. Desde 1990, a China tornou-se o maior consumidor de fertilizantes nitrogenados do mundo, que, apesar de ajudarem no crescimento rápido do cultivo, aumentando a oferta de alimentos, também deterioram o solo e poluem lençóis freáticos.

As indústrias com seus resíduos da produção,especialmente as têxteis (que geram metais pesados, tóxicos e substâncias cancerígenas) são outra fonte significativa de poluição no país.

Atento ao problema, em 2011, o Ministério da Proteção Ambiental lançou um programa que deveria mitigar a poluição da água subterrânea até 2020. O plano era fortalecer a gestão da água, melhorar os regulamentos e implementá-los por meio da aplicação da lei e da educação pública. Ao que parece, o intento não foi bem sucedido.

“As pessoas nas cidades veem a poluição do ar todos os dias, o que cria uma enorme pressão pública. Mas nas cidades, as pessoas não veem quão ruim a poluição da água é. Do meu ponto de vista, isso mostra como a água é o maior problema ambiental na China”, afirmou Dabo Guan, professor da Universidade de East Anglia, ao The New York Tiimes.

Segundo o diretor do Instituto de Assuntos Públicos e Ambientais de Pequim, Ma Jun, a água testada foi encontrada principalmente em poços subterrâneos rasos, que não são utilizados no abastecimento de água potável nas cidades (em vez disso, elas normalmente recebem água de reservatórios profundos).

No entanto, ele observou que, em muitos lugares, os moradores ainda estavam bombeando água dos poços que foram testados, expondo-se a graves problemas saúde. Além disso, como a água segue um ciclo, a piora de sua qualidade eventualmente acabará por comprometer a oferta nas cidades.

Foto, fonte: http://meioambienterio.com/2015/06/1894/declaracao-ambiental-revela-grave-poluicao-do-ar-e-das-aguas-subterraneas-na-china/

Texto: http://meioambienterio.com/2015/06/1894/declaracao-ambiental-revela-grave-poluicao-do-ar-e-das-aguas-subterraneas-na-china/

 

 

Curso de Educação Ambiental do Instituto Mar Adentro

CONCEITOS, MÉTODOS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ea mar adentro

Para quem já é da área e quer se atualizar e para quem quer aprender muito sobre educação ambiental, ai vai a dica!

http://maradentro.org.br/cursos-livres/

 

 

Sandro Muniz

 

UMA POÇA NUNCA É APENAS UMA POÇA

poça ana petry

Foto: Ana Petry

Na revista Ciência Hoje (333 – janeiro/fevereiro 2016) foi publicado uma texto muito interessante sobre a vida e a diversidade das poças.

Quantas vezes ao ver uma água parada achamos que ali só há sujeira e vetores de doenças. Na verdade há muita vida, e inclusive animais que controlam os vetores de muitas doenças, como a dengue, zica vírus , etc.

Desde o século 19 aterramos brejos e poças, processo que continua até os dias de hoje, principalmente nas regiões litorâneas e de expansão imobiliária.

“Podemos dizer que poças se assemelham a corações dispersos na paisagem, bombeando vida e, ao mesmo tempo, refletindo a força e as carências de grande unidades ambientais…”

 

Uma poça de diversidade

Pequenos acúmulos temporários de água, formados pela cheia de rios, pelas chuvas, pelo afloramento de lençóis freáticos ou pelas marés. Popularmente conhecidos como poças, esses ambientes abrigam uma biodiversidade insuspeita. Leia no artigo publicado na CH 333.

Por: Rayanne Barros Setubal, Reinaldo L. Bozelli, Luciana Rabelo de Araújo, Monalisa de Oliveira Nascimento, Ana Cristina Petry, Fabio Di Dario, Thiago Martins, Bruno Cortat Felice e Tatiana Ungaretti Paleo Konno e Roger P. Mormul

Os ecossistemas aquáticos continentais, que abrangem lagos, lagoas, poças, rios, riachos, reservatórios, brejos e áreas  alagáveis, ocupam cerca de 2,4% da superfície  terrestre. Nesse quesito, o Brasil é um país privilegiado, pois detém 12% de toda a água doce superficial do planeta. Entre os ecossistemas aquáticos continentais, há ambientes temporários, pequenos acúmulos de água que surgem e desaparecem. Popularmente conhecidos como poças, eles podem ser formados pela cheia de rios, pelas chuvas, pelo afloramento  de águas subterrâneas e pelas marés.

As poças ocorrem em áreas mais baixas da paisagem e têm uma infinidade de formas e a particularidade de secar por completo de tempos em tempos. O intervalo entre a formação e o dessecamento de uma poça pode ser mensurado em dias, meses ou anos. A enorme variedade de formas, características e origens e a dinâmica ecológica peculiar tornam esse tipo de ambiente extremamente importante. Poças são altamente suscetíveis ao que  ocorre em seu entorno e são consideradas ambientes muito resilientes, pois conseguem se restabelecer mesmo  após eventos de seca extrema. Além disso, são cruciais para diversas espécies que precisam viver na água pelo menos em uma fase de seu ciclo de vida.

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual de Maringá têm realizado estudos em poças na Floresta Nacional de Carajás, no Pará, e no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, no Rio de Janeiro. Os resultados desses estudos revelam que muita vida pode caber em uma poça, vida essa tão surpreendente quanto  exuberante em beleza  e que  influência e é influenciada por grande parte  dos seres vivos ao seu redor.

Texto completo: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2016/333/uma-poca/view

Sandro Muniz

Trabalhos de conservação e preservação do Parque Estadual da Ilha Grande (RJ) geram frutos: tartarugas novas na natureza e apoio e participação social

nascimento tartaruga 05 março 2016 lopes mendes caretta caretta foto sandro muniz (2)

 

Segundo nascimento de tartaruga cabeçuda na Ilha Grande

No dia 05 de março de 2016 nasceu mais uma tartaruga cabeçuda no Parque Estadual da Ilha Grande. E em algum momento anterior nasceram os 32 irmãos desta linda tartaruga. As equipes do Peig e do Promontar não sabem precisar quando nasceram os outros ovos, mas isso não importa, o importante é saber que a natureza continua com força mesmo com tantas tragédias ambientais.

Vale lembrar que a primeira desova registrada da espécie aconteceu em dezembro de 2015, em Palmas, com o nascimento de 86 filhotes!

Os trabalhos da equipe do PEIG (Parque Estadual da Ilha Grande) e das comunidades gerando frutos!!!!

texto e foto: Sandro Muniz

Inédito nascimento de tartarugas marinhas é monitorado pelo Inea

Jornal do Brasil

Mais uma inédita eclosão de ovos da espécie de tartaruga cabeçuda (Caretta caretta) foi monitorada neste final de semana no Parque Estadual da Ilha Grande, administrado pelo Inea, na Região da Costa Verde.

O secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, destacou a inédita reprodução da espécie em praias do litoral da Costa Verde:

“Fico feliz de ver que o trabalho realizado pela equipe do Inea em parques estaduais está dando frutos positivos para a fauna marinha. Com as medidas de monitoramento e preservação das tartarugas marinhas, elas estão fazendo a desova nas praias de Ilha Grande”, disse o secretário do Ambiente.

A desova aconteceu no início de janeiro na praia de Lopes Mendes, mobilizando a equipe de técnicos do Inea que trabalham no parque estadual.  A administração entrou em contato com o projeto Promontar, que enviou especialistas e deu apoio na sinalização do local. A espécie Caretta caretta costuma desovar no norte do RJ, no Espírito Santo e também no Nordeste.

“De 96 ovos desovados, 33 foram eclodidos, o segundo nascimento inédito de tartarugas marinhas em área do Parque”, ressaltou o diretor de biodiversidade e áreas protegidas do Inea, Paulo Schiavo.

O Projeto Promontar foi criado, em 2008, a partir de demandas feitas pela população em audiências públicas, parte do processo de licenciamento da Usina Angra 3. A iniciativa tem como objetivo a preservação de tarturagas marinhas que se alimentam e reproduzem no entorno da usina eletronuclear de Angra dos Reis, na Costa Verde.

Localizado na Baía da Ilha Grande, Angra dos Reis, litoral sul fluminense, o Parque Estadual da Ilha Grande foi criado em 1971. Com a sua ampliação para 12.052 hectares (120,52 km2), em 2007, o parque passou a abranger mais da metade da área da ilha. A Ilha Grande, com 193 km2, é a terceira maior ilha oceânica brasileira e a grande importância dos seus ecossistemas fez com que fosse reconhecida pela Unesco como parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, em 1992.

http://globoplay.globo.com/v/4864396/

http://m.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2016/03/06/inedito-nascimento-de-tartarugas-marinhas-e-monitorado-pelo-inea/

http://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2016/03/tartarugas-da-especie-cabecuda-nascem-na-ilha-grande-em-angra-rj.html

http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rio/noticia/100000796965/tartarugas-cabe%C3%A7udas-nascem-em-ilha-grande.html

 

Único Macaco

rabo de fogo

Nova espécie de Zogue-zogue descoberta recentemente. Foto Júlio Dalponte

ESTUDOS RECENTES MOSTRAM A SITUAÇÃO  CRÍTICA DAS ESPÉCIES DE PRIMATAS 

 

Os primatas já diz o nome, são os primeiros, principal. Lineu os considerou os mais evoluídos, por isso o nome Primatas.

No entanto nós, humanos, primatas, estamos acabando com os outros primatas, nossos parentes próximos, num absurdo que é nossa ação sobre a Terra e sobre os outros seres vivos.

No início do ano de 2015 foi descoberta uma nova espécie de macaco, um Zogue-zogue, apelidado de Rabo de Fogo, Callicebus miltoni. A espécie é encontrada no interflúvio dos rios Roosevelt e Aripuanã, nos estados do Mato Grosso e Amazonas, no entanto já se encontra em situação vulnerável.

E em estudo publicado dia 25 de novembro, do corrente ano, mostrou-se que mais da metade das espécies de primatas do mundo estão correndo risco de extinção.

Uma das espécies mais famosas e infelizmente nesta lista é o orangotango de Sumatra. E no Brasil, como exemplo, temos o Bugio-marrom-do-norte (Alouatta guariba guariba), criticamente em perigo.

As principais ameaças a estas espécies são a destruição de seus hábitats, caça, e comércio ilegal.

Se continuarmos a agir sobre as outras espécies de forma irresponsável podemos futuramente deixar de fazer parte da ordem Primates, deixaremos de ser o principal, o primeiro, para sermos os únicos a reinar na Terra sozinhos.

Por: Sandro Muniz

Sugestão de leitura: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/11/mais-da-metade-dos-primatas-do-mundo-esta-sob-risco-de-extincao.html

http://www.mamiraua.org.br/pt-br/comunicacao/noticias/2015/3/9/nova-especie-de-primata-e-descoberta-na-amazonia-brasileira/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Primatas_brasileiros_amea%C3%A7ados_de_extin%C3%A7%C3%A3o

Sistema Nacional de Unidades de Conservação, 15 anos!

Sistema Nacional de Unidades de Conservação Faz Aniversário
Texto interessante sobre os 15 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação.
No original há o mapa das UCs federais, aqui adapto e coloco o mapa das UCs Estaduais do Rio de Janeiro.
mapa das unidades de conservação do estado do rio de janeiro 2015
Sandra Tavares
sandra.tavares@icmbio.gov.br

“Brasília (18/07/15) – Em seu poema de 1959, Receita de Mulher, Vinícius de Moraes faz uma provocação “As muito feias que me perdoem; Mas beleza é fundamental”. Ele segue sua narrativa sobre a beleza e a não beleza mesmo sabendo que o conceito, para cada um de nós, é particular. O belo para um pode não ser para outro. E só há um consenso no mundo da beleza. A da natureza, em todas as suas manifestações. E o poeta prossegue: “É preciso que haja qualquer coisa de flor em tudo isso…”

Sejam experiências de mergulho em Noronha, de caminhadas na Tijuca, de passeios nas dunas de Lençóis Maranhenses, de trilhas intensas em Veadeiros ou na Diamantina, ou mesmo a vivência do modo de vida rico dentro de uma reserva extrativista. Tudo isso é extremamente intenso. Conecta cada pessoa que experimenta algum parque ou reserva desse Brasil.

E basta pensar em uma beleza cênica brasileira para constatar: ela é uma beleza cênica protegida por lei. Está materializada em um parque, reserva ou floresta. E se a beleza que vem à mente não é protegida por lei federal, certamente é uma unidade de conservação estadual ou municipal. Ou seja, as 12 categorias de Unidades de Conservação federais elencadas no Sistema Nacional de Unidades de Conservação – conhecido popularmente como SNUC (Lei 9.985/2000) se materializaram no Brasil. Para nosso bem e de todo o planeta.

Do primeiro parque brasileiro – Itatiaia (RJ), em 1937 – até a última unidade de conservação criada em 2014 – Estação Ecológica Alto Maués (AM) –, o Brasil chegou ao patamar de 320 Unidades de Conservação (UCs) federais e mais de 76 milhões de hectares de rica biodiversidade protegida. Os desafios para implementá-las continuam, mas há que se fazer o reconhecimento dos avanços que aconteceram de quando Itatiaia foi criado até hoje.

Celebrar os 15 anos da Lei 9.985/2000 significa celebrar a vitória da natureza e sua opulência. Mais do que rememorar os embates e lutas travadas para que o Brasil possuísse um Sistema de Unidades de Conservação próprio, é preciso constatar que ganhamos todos nós, cada ser humano ganhou a natureza e toda a biodiversidade. E que venham mais 15, mais 15, mais 15 e muitos outros 15 anos desta Lei. E que essas 320 Unidades se multipliquem ainda mais ao longo da história da conservação da biodiversidade brasileira.

Veja o Mapa Temático das Unidades de Conservação Federais.

Cronologia da aprovação da Lei que criou o SNUC

1989 – O anteprojeto foi entregue ao Ibama e encaminhado à Casa Civil da Presidência da República. A Casa Civil introduziu a primeira grande modificação na proposta original: suprimiu os dispositivos que criminalizavam as agressões às Unidades de Conservação, substituindo-os por sanções administrativas, sob protestos da comunidade ambientalista.

1992 – O anteprojeto chegou à Câmara dos Deputados, recebeu o nº 2.892 e foi encaminhado à Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias – CDCMAM, única Comissão designada para se pronunciar sobre o mérito do projeto, com poderes conclusivos.

Relator: Deputado Fábio Feldmann”

Vejam toda cronologia e o texto completo em:

http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/20-geral/6901-biodiversidade-brasileira-so-ganha-com-unidades-de-conservacao.html

Fonte: Artigo ‘Breve histórico da origem e tramitação do Projeto de Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC’, de autoria de Maurício Mercadante.

Fonte: http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/20-geral/6901-biodiversidade-brasileira-so-ganha-com-unidades-de-conservacao.html

Diagnóstico da pesquisa no Brasil – Estudo do IPEA

INFRAESTRUTURA DA PESQUISA E CIÊNCIA DO BRASIL

IPEA irá publicar neste semestre um estudo inédito sobre a infraestrutura de pesquisa do Brasil.

Com os dados preliminares já podemos ver que muita coisa melhorou, como um aumento de 56,7 %  no número dos laboratórios em atividade no Brasil após os anos 2000.

pesquisa infraestrutura ciencia

” Segundo o diagnóstico, que analisou uma amostra de 1.760 laboratórios espalhados pelo país, há disseminação de instalações de tamanho modesto e escassez de grandes laboratórios voltados para múltiplos usuários ou talhados para desafios ambiciosos. O número total de pesquisadores trabalhando nessas instalações foi de 7.090, média de apenas quatro indivíduos por laboratório. Quarenta e seis por cento dos laboratórios informaram que seus equipamentos custavam, somados, menos de R$ 250 mil. Apenas 5% declararam patrimônio superior a R$ 5 milhões.”

Texto completo em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/06/16/esforco-fragmentado/