O muro entre México e EUA separará espécies e gerará grande emissão de co2

 




Para fugir dos inimigos, a corrida e para correr do calor do aquecimento global, deslocamento.

As espécies não reconhecem fronteiras. A onça que está no Paraguai em um minuto, no outro pode estar no Brasil. Os animais não têm nacionalidades. No entanto, futuramente, se o muro de Trump sair realmente do papel, diversas espécies terão que ter passaporte e green card, agora sim um passaporte verde.

A enorme fronteira entre México e EUA tem uma rica biodiversidade que pode sofrer um impacto enorme sem retorno. Qual animal conseguira pular um muro de 10 a 15 metros de altura e com 1.600 km? Nem o felino Jaguarundi passaria, aliás este será um que sofrerá os impactos negativos.

Não só os animais locais sofrerão, o mundo todo pode sofrer com a construção dessa barreira. Há estimativas que dizem que a obra liberaria até 1,9 milhão de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera. Isso equivale (em número de árvores) a 8 600 parques do Ibirapuera ou 13 700 Aterros do Flamengo. Consegue imaginar a magnitude do impacto agora?

 

Parece que o mundo está ficando cada vez mais estúpido, dividido e poluído.

Com todo respeito ao Tapirus, mas alguns merecem o passaporte de anta por terem algumas ideias desastrosas e danosas para o mundo.

 

Sandro Muniz

 

http://vejasp.abril.com.br/cidades/parque-ibirapuera-identifica-especie-de-arvores/

http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,arvores-do-ibirapuera-valem-r-310-milhoes,540139

http://www.oeco.org.br/colunas/colunistas-convidados/23034-afinal-quanto-carbono-uma-arvore-sequestra/

http://exame.abril.com.br/ciencia/cientistas-alertam-muro-de-trump-pode-fazer-mal-ao-planeta/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37236477

 

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